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Verdades da vida que precisamos aceitar...

  • daphnerq
  • 5 de mar. de 2025
  • 2 min de leitura


  • As pessoas julgam e não importa o que você faça, muitas vezes elas o farão, pois faz parte da natureza de seus cérebros tentar colocar em caixas situações e pessoas, ainda que tudo seja absurdamente mais complexo do que um conjunto de adjetivos parciais.


  • As pessoas não mudam se não quiserem verdadeiramente

experimentar novas formas de viver. Há uma tendência natural do sistema nervoso à inércia e ao conhecido que faz com que tendam a preferir o caminho mais curto.


  • Humanos são incoerentes por natureza, e podem agir de maneiras bizarramente opostas em ambientes e momentos de vida diferentes.


  • O amor também exige tomada de decisão. Permanecer vinculado e vulnerável é um exercício intenso e nem sempre tolerável a todos. Os tipos de apego inseguro aos quais a maior parte de nós foi submetida atrapalha consideravelmente nossas relações, que nem sempre sobrevivem ao nosso autoboicote.


  • O autocuidado exige curiosidade. Não é possível cuidar do que não conhecemos, suprir necessidades que não sabemos que temos.


  • Na vida adulta, apenas nós podemos cuidar de nós. A maior parte da culpa que atribuímos aos outros como falta de cuidado passa por uma inviabilidade de sermos os primeiros a entender o que merecemos. Ensinamos os outros a nos tratarem da forma como nós mesmos nos tratamos.


  • A maior parte das questões que buscamos ajuda terapêutica para superar não serão solucionadas racionalmente. Precisaremos ensinar nosso sistema nervoso a vincular diferente com a vida através da pendulação, uma tentativa de agir diferente que mostre que existem desfechos seguros com ações diferentes.


  • O fato é que apenas atravessando a vida poderemos ter esperança de criar novas alternativas, apenas experimentando a ousadia de novas formas é que nosso corpo aprende a substituir a rigidez por flexibilidade. O desconhecido pode esconder surpresas boas, para além da falta de controle.

 
 
 

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